O gênero eucalipto é cultivado principalmente como fonte de madeira para produção de pasta de celulose, papel, painéis, postes, mourões, energia e carvão, além dessas opções o eucalipto oferece matéria prima para outros importantes produtos. O plantio florestal, em geral, e a eucaliptocultura, em particular, tornaram-se uma importante atividade produtiva no Brasil, fonte de riqueza e desenvolvimento social, bem como de conservação ambiental. As florestas plantadas são fontes de matéria-prima para várias finalidades, contribuindo decisivamente para a preservação de matas nativas.
De acordo com Navarro de Andrade - (Pai da Eucaliptocultura), foi no Chile que os eucaliptos possivelmente primeiro chegaram à América do Sul, em 1823, por mudas lá deixadas por um veleiro inglês. Segundo registros de Navarro de Andrade de 1939, no Brasil os eucaliptos ingressaram pela primeira entre 1.855 e 1.868, não precisando ele se teria sido no Rio Grande do Sul ou no Rio de Janeiro.

Umas das funções do eucalipto é a remoção do gás carbônico (CO2) da atmosfera, que contribui para minimizar o efeito estufa e melhorar o microclima local. O eucalipto protege os solos contra processos erosivos, conferindo-lhes características de permeabilidade, aumentando a taxa de infiltração das águas pluviais e regularizando o regime hidrológico nas áreas plantadas.
A silvicultura intensiva evoluiu a eucaliptocultura e elevou o país a uma condição de maior produtor mundial de celulose de fibra curta (eucalipto), representando cerca de 50% da produção mundial. As florestas plantadas irão originar árvores com melhor forma, maior rendimento por unidade de área, e, se sua madeira for convenientemente estudada, maior produção de madeira com as melhores qualidades às finalidades que se destina.
A eucaliptocultura é a alternativa altamente promissora no que se refere ao uso da madeira, por apresentar características de madeira nobre, custo reduzido e versatilidade, além de colaborar com a redução da devastação de madeiras nativas nobres.