OGpar Anuncia Divulgação, pelo Operador do Consórcio no Bloco BS-4, de Resultado de Testes Realizados em Poço do Campo de Atlanta

ÓLEO E GÁS PARTICIPAÇÕES S.A.
CNPJ/MF: 07.957.093/0001-96
Companhia Aberta - BOVESPA: OGXP3

- OGpar Anuncia Divulgação, pelo Operador do Consórcio no Bloco BS-4, de Resultado de Testes Realizados em Poço do Campo de Atlanta -

Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2014 - A Óleo e Gás Participações S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia") (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), comunica ao mercado, em cumprimento à Instrução CVM 358/2002, artigo 3º, conforme divulgado pelo operador e responsável pelas conclusões e perspectivas do consórcio no bloco BS-4, Queiroz Galvão Exploração e Produção ("QGEP"), na data de 05 de fevereiro de 2014, que concluiu a perfuração e o teste do primeiro poço horizontal (7-ATL-2HP-RJS) do Sistema de Produção Antecipada (SPA) do Campo de Atlanta.

Adicionalmente, a Companhia ressalta que não participa, temporariamente, do Comitê Técnico do consórcio e também das tomadas de decisão, além de não ter sido informada preliminarmente sobre os resultados dos testes realizados.

Segue abaixo divulgação efetuada pela QGEP:

"Atlanta é um campo de óleo do pós-sal, localizado no Bloco BS-4, a 185 km da costa da cidade do Rio de Janeiro, na Bacia de Santos, em lâmina d‘água de aproximadamente 1.500 metros. O poço foi perfurado em uma seção horizontal de 750 metros de extensão e um diâmetro de 9,5 polegadas. O reservatório perfurado é representado por arenitos com porosidade média de 38%. A seção horizontal do poço foi revestida com telas e empacotada com gravel, que irá otimizar a produtividade do óleo, prevenindo os movimentos das areias do reservatório para o poço e os equipamentos de produção.

O Teste de Formação a Poço Revestido (TFR) foi executado com sucesso em dois períodos de vazão distintos. O primeiro foi mais restrito e coletou amostras de fundo de poço de óleo e gás, enquanto o segundo teve menos restrições. Foram obtidas vazões de 1.250 barris de óleo por dia (bopd) e mais de 5.000 bopd, respectivamente. Essas vazões estiveram sujeitas a consideráveis limitações de produção associadas à layout do TFR e às facilidades de superfície, tais como capacidade de estocagem bastante limitada, restrições de queima e baixa capacidade da Bomba Centrífuga Submarina Submersa (BCSS).

Além disso, o teste confirmou o Índice de Produtividade (IP) maior que o esperado nas análises de simulações do reservatório. Esses resultados excelentes obtidos com a perfuração, completação, e TFR indicaram que as taxas de produtividade, quando os poços estiverem em condições normais de produção e equipados com a BCSS de capacidade total, ficarão próximas ao limite superior do intervalo estimado de 6.000-12.000 bopd. Os resultados do teste também confirmaram as características esperadas do reservatório e do óleo, com alta permeabilidade e 14º API.

Conforme programado, o Consórcio prosseguirá com a perfuração do segundo poço horizontal do SPA. Nos próximos dias, a Companhia lançará a licitação para FPSOs com diferentes capacidades de produção, considerando os dois potenciais cenários: continuar com o SPA ou prosseguir diretamente para o Sistema Definitivo. A decisão em relação à contratação do FPSO será baseada nos resultados do processo de licitação e no impacto na avaliação econômica do projeto. Em ambos os cenários, o primeiro óleo de Atlanta é esperado para o final de 2015 ou início de 2016.

"Os resultados do teste de produção vieram no limite superior do nosso intervalo estimado, confirmando o potencial do Campo de Atlanta," comentou Danilo Oliveira, Diretor de Produção da QGEP. "Nossa experiente equipe utilizou tecnologias e equipamentos de ponta que resultaram em um teste muito bem sucedido, demonstrando a qualificação técnica que construímos na QGEP. Vamos continuar a aplicar esse conhecimento no desenvolvimento do Campo." A Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A. é o operador do Bloco e detém 30% de participação. Outros membros do consórcio incluem a OGX Petróleo e Gás S.A. (40%) e a Barra Energia do Brasil Petróleo e Gás Ltda. (30%)."

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