Hoje na Economia

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Edição 1931

12/01/2018

Mercados de ações operam em alta nesta manhã, ainda que em ritmo moderado. O dólar mostra queda generalizada, enquanto se espera pela divulgação da inflação ao consumidor nos EUA, que pode decepcionar como ocorreu com os preços ao produtor divulgados ontem.

O índice DXY, que segue o valor do dólar frente a uma cesta de moedas, recua 0,36%, neste momento, com quedas mais expressivas frente ao euro e iene. Única moeda que perde para o dólar é a moeda australiana. O juro pago pelo T-Bond encontra-se em 2,556% ao ano, com ligeira alta frente ao valor observado ontem à tarde. No mercado de ações, os principais índices futuros da bolsa americana operam em alta: Dow Jones +0,38%; S&P 500 0,22%; Nasdaq +0,25%. Segundo as projeções do mercado, a inflação ao consumidor em dezembro, medida pelo CPI, deverá mostrar alta de 2,1%, enquanto seu núcleo deverá subir 1,7%, ambos na métrica de doze meses.

Na Europa, a maioria das bolsas de ações opera em alta, nesta manhã, refletindo a expectativa positiva que cerca a nova temporada de divulgação de balanços empresariais. Contribui, também, o bom andamento das conversações políticas na Alemanha em torno da formação do novo governo de Ângela Merkel. As discussões estão próximas de seu final. O euro é o maior beneficiado desse desfecho positivo. No momento é cotado a US$ 1,2131, subindo em relação ao valor de US$ 1,2032 de ontem à tarde. No mercado de ações, o índice pan-europeu de ações, STOXX600, opera estável. Em Londres, o FTSE100 sobe 0,11%; em Paris o CAC40 não mostra tendência definida; em Frankfurt, o DAX avança 0,16%.

Na Ásia, mercados de ações da região não mostraram tendência única. Na China, o resultado da balança comercial de dezembro não empolgou os investidores, embora tenha mostrado forte avanço das exportações (10,9% a/a superando as estimativas do mercado), enquanto às importações decepcionaram vindo abaixo do que era esperado pelos analistas (4,5% contra projeção de 15%). Em Xangai, o índice Composto fechou com alta discreta (+0,10%). Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,94%, mantendo uma sequência positiva recorde a 14 pregões. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 0,24%, registrando perda pelo terceiro dia seguido, por conta da valorização adicional da moeda japonesa. O dólar é negociado a 111,12 ienes, caindo frente à cotação de 111,23 ienes no fim da tarde de ontem. Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou com valorização de 0,34%; em Taiwan, o Taiex subiu 0,68%.

No mercado de petróleo, após quatro dias de valorizações consecutivas, cotações recuam em decorrência de ajustes técnicos. Os contratos futuros do barril do petróleo tipo WTI, para entrega em fevereiro, recuavam 0,60% na Nymex, sendo negociados a US$ 63,42.

Mercados domésticos devem abrir acusando os impactos decorrentes da decisão da agência de rating S&P de rebaixar as notas de crédito do Brasil de BB para BB-. Os dados da balança comercial chinesa, divulgados nesta madrugada, não empolgam ao sinalizar possível enfraquecimento da demanda interna chinesa. Se a inflação ao consumidor americana (divulgação 11h30) decepcionar, a pressão sobre o dólar deve ser limitada, atenuando o mau humor decorrente do rebaixamento do rating brasileiro.