Hoje na Economia

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Edição 2050

10/07/2018

As preocupações com a guerra comercial são deixadas de lado, nesta terça-feira. Melhora o apetite ao risco com investidores de olho na nova safra de balanços corporativos do segundo trimestre. Crescimento mundial, liderado pela economia americana, deve refletir em ganhos empresariais, beneficiando o mercado de ações.

Na Ásia, as bolsas da região fecharam em alta, seguindo os mercados acionários de Nova York, que ontem subiram diante das expectativas de balanços corporativos que confirmem a expectativa de lucro dos analistas. Na China, as bolsas tiveram seu terceiro pregão seguido de valorização. O índice Xangai Composto subiu 0,44%. Dados publicados ontem mostraram que a taxa anual de inflação ao consumidor na China acelerou para 1,9% em junho, pouco acima de 1,8%, que prevaleceu nos dois meses anteriores. A inflação permanece sob controle, permitindo que o banco central chinês pratique uma política monetária estimulativa. No Japão, o índice Nikkei teve alta de 0,66%, refletindo os efeitos de um iene mais fraco. O dólar é cotado a 111,17 ienes de 110, 83 ienes no fim da tarde de ontem. Em Hong Kong, o Hang Seng fechou com queda marginal de 0,02%; em Seul, o Kospi subiu 0,37%; em Taiwan, o Taiex ganhou 0,34%.

Na Europa, mercados de ações também operam no azul, seguindo a tendência ditada pela Ásia. Investidores deixam de lado a crise política que envolve o governo de Theresa May, em que dois ministros, mais inclinados a uma saída mais agressiva do Reino Unido da União Europeia, deixaram o governo. O índice pan-europeu de ações, STOXX600 registra alta 0,34%, nesta manhã. Em Londres, o FTSE100 sobe 0,22%; o CAC40 avança 0,47% em Paris; o DAX tem ganho de 0,23% em Frankfurt. O euro é negociado a US$ 1,1723, pouco abaixo da cotação de US$ 1,1749 de ontem à tarde.

No mercado americano, o juro pago pelo T-Bond de 10 anos encontra-se em 2,867%, com ligeira alta diante de 2,857% observado ontem à tarde. O dólar avança diante das principais moedas, com o índice DXY em 94,305, com alta de 0,26%, nesta manhã. Os futuros de ações de Nova York apontam para uma abertura em alta moderada. O índice futuro do Dow Jones sobe 0,19%; o futuro do S&P 500 avança 0,11%; Nasdaq ganha 0,25%;

O ambiente mais propício ao risco também favorece o mercado de petróleo. O contrato futuro do petróleo tipo WTI para entrega em agosto é negociado a US$ 74,26/barril, com alta de 0,54%, nesta manhã.

A Bovespa deve se ajustar a alta de ontem das bolsas de Nova York. Com uma agenda econômica esvaziada e menor tensão com a guerra comercial, a busca por ativos de risco deve favorecer os ativos brasileiros nesta terça-feira.