Hoje na Economia

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Edição 2213

15/03/2019

Mercados operam em alta, buscando se recuperar das perdas dos últimos dias. Na Ásia, os preços das ações voltaram a subir após dois dias de quedas, tendo por pano de fundo as notícias sobre avanços nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O indicador regional de ações, MSCI Asia Pacific, fechou o dia com alta de 0,9%.

A China liderou os ganhos na região. Os investidores ficaram animados com o provável anúncio, pelo governo chinês, sobre nova rodada de corte de impostos, a vigorar a partir de 1º de abril, visando estimular a economia. O índice Xangai Composto fechou com alta de 1,04%. No Japão, o presidente do Banco do Japão (BoJ) declarou, após a reunião de política monetária, que o quadro econômico japonês demanda ainda políticas estimulativas, principalmente, neste momento em que a economia local vem sendo afetada pela desaceleração global, prejudicando as exportações japonesas. O índice Nikkei teve alta de 0,77% em Tóquio. No mercado de câmbio, o dólar recuou para 111,67 ienes de 111,72 ienes no fim da tarde de ontem. Em outras partes da Ásia, o Hang Seng avançou 0,56% em Hong Kong, enquanto o sul-coreano Kospi subiu 0,95%, e o Taiex se valorizou 0,88% em Taiwan.

Na Europa, as bolsas da região operam no azul, acompanhando o tom positivo dado pelos mercados asiáticos, mas de olho nas movimentações do governo do Reino Unido, empenhado no adiamento do Brexit. O índice pan-europeu de ações, STOXX600, sobe 0,21%, nesta manhã. Em Londres, o FTSE100 avança 0,45%; o CAC40 tem ganho de 0,46% em Paris; o DAX ganha 0,29% em Frankfurt. O euro é negociado a US$ US$ 1,1318, subindo em relação ao valor de US$ 1,1305 de ontem à tarde. Foi divulgada a inflação ao consumidor (CPI) da zona do euro que ficou em 1,5% na comparação anual de fevereiro, ficando pouco acima da variação de 1,4% observada em janeiro. O resultado de fevereiro confirmou a estimativa prévia e veio em linha com as projeções do mercado.

Compartilhando do otimismo que permeia os negócios em diversas partes do mundo, mercados de ações americanos devem abrir em alta firme, acompanhando a sinalização dada pelos futuros da bolsa de Nova York. O Dow Jones futuro sobe 0,34%, no momento; o futuro do S&P 500 tem valorização de 0,31%; do Nasdaq avança 0,47%. Já o juro pago pelo T-Bond de 10 anos permanece em 2,624% ao ano, mesma taxa observada no final da tarde de ontem. O índice DXY, que acompanha o valor da moeda americana frente a uma cesta de moedas fortes, situa-se em 96,62, caindo 0,17%, no momento.

No mercado de petróleo, o contrato futuro do produto tipo WTI para abril é negociado a US$ 58,80/barril, com alta de 0,32%, com investidores assimilando o documento mensal elaborado pela Opep, mostrando que reduziu sua produção em ritmo significativamente mais lento em fevereiro do que no mês anterior.

No mercado doméstico, as atenções estarão voltadas ao leilão de privatização de 12 aeroportos, testando o apetite do investidor estrangeiro pelo Brasil comandado pelo presidente Bolsonaro. A reforma da Previdência continua no foco, com atenções voltadas à proposta da reforma do sistema de previdência dos militares, a ser encaminhada à Câmara nos próximos dias.