Hoje na Economia

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Edição 2357

09/10/2019

Mercados iniciaram os negócios, nesta quarta-feira, sem direcional claro. Pesavam as incertezas em torno das negociações comerciais entre Estados Unidos e China, que serão retomadas nesta quinta-feira. Por outro lado, ponderavam as sinalizações dadas ontem por dirigentes do Fed de que o banco central americano poderá cortar os juros mais vezes este ano.

No entanto, notícias de que a China ainda está aberta a fechar um acordo comercial com os EUA, apesar de os americanos terem incluído empresas chinesas em uma lista negra nesta semana, melhoraram o humor dos investidores, dando novo impulso aos ativos de risco em geral, nesta manhã.

Neste momento, os índices futuros das bolsas de Nova York operam com altas expressivas, sinalizando para uma abertura firme. No mercado futuro, o Dow Jones sobe 0,78%; S&P 500 avança 0,95%; Nasdaq se valoriza 1,13%. O juro pago pelo T-Bond de 10 anos sobe 2,90%, situando-se em 1,5579% ao ano. O dólar flutua entre altos e baixos, mas, no momento, o índice DXY aponta alta de 0,10% da moeda americana diante das principais divisas internacionais. Na agenda econômica, Jerome Powell, presidente do Fed volta a discursar (às 12h de Brasília), enquanto às 15h, o Fed divulga a ata da última reunião de política monetária.

Na Europa, bolsas operam no azul, animadas com as perspectivas que cercam as negociações comerciais entre EUA e China. No momento, o índice pan-europeu de ações, STOXX600, registra valorização de 0,85%. Em Londres, o FTSE100 sobe 0,41%; o CAC40 tem ganho de 0,78% em Paris; em Frankfurt o DAX opera com alta de 1,06%. O euro é negociado a US$ 1,0982 contra US$ 1,0956 de ontem à tarde. A libra esterlina atingiu a máxima nesta quarta-feira após notícias de que a União Europeia pretende fazer concessões para o Brexit, envolvendo a questão da fronteira da Irlanda. A libra era negociada a US$ 1,2254 às 5h de Brasília de US$ 1,2223 no fim da tarde de ontem.

Na Ásia, pesaram as incertezas sobre a capacidade de os EUA e China chegarem a um acordo, no encontro desta quinta-feira, que aponte para a proximidade de uma solução final. Em Tóquio, o índice Nikkei fechou com queda de 0,61%. Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 0,81%, enquanto o Taiex registrou perda de 1,16% em Taiwan, Na Coreia do Sul mercado não operou devido a feriado nacional. Na China, as bolsas se recuperaram de uma abertura em queda e fecharam o pregão com ganhos moderados. O índice Xangai Composto terminou o dia com ganho de 0,39%. No mercado de moeda, o dólar é cotado a 107,33 ienes, com ligeira alta diante do valor de 107,07 ienes de ontem à tarde.

Os contratos futuros de petróleo operaram em baixa durante a sessão asiática, revertendo a tendência após notícias de que aumentaram as chances de americanos e chineses chegarem a um acordo na retomada da negociações comerciais, amanhã. No momento, o contrato futuro do petróleo tipo WTI é negociado a US$ 53,16/barril, com alta de 1,01%.

Em dia de agenda internacional agitada (retomada das negociações comerciais entre EUA e China; discurso de Powell; ata do Fomc; negociações em torno do Brexit), a Bovespa permanecerá refém dos mercados externos para definir uma tendência para hoje. Na agenda econômica, o IBGE divulga o IPCA de setembro, que deve mostrar uma variação muito próxima de 0% ou até mesmo deflação, empurrando ao acumulado em doze meses para perto do piso da meta inflacionária (2,75%).