Setor de Transmissão

O SIN é um sistema de geração e transmissão de energia elétrica de grande porte, operado por empresas de natureza pública e privada, gerenciado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Esse sistema é responsável pelo atendimento de cerca de 98% do mercado brasileiro de energia elétrica e a extensão de sua rede atinge aproximadamente 100 mil Km de linha com voltagem maior ou igual a 230Kv.

Os ativos de transmissão que formam essa rede são regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que por sua vez regula esse setor através de um modelo de Revenue Cap. Segundo este modelo, as empresas que operam os ativos recebem receita baseada na disponibilidade da linha e não no volume de energia transmitido no sistema. Portanto, o setor de transmissão não está exposto ao risco de volume.

Acreditamos que a gestão do ONS suportada pelo modelo regulatório adotado pela ANEEL fez com o que mercado de transmissão no Brasil evoluísse de maneira segura e consistente. A TAESA nunca sofreu perdas significativas por falta de pagamento de seus clientes, o que confirma seu posicionamento em um ambiente regulatório estável e confiável.

Todas as concessões da TAESA estão inseridas no SIN.

Segue abaixo o mapa do sistema de transmissão brasileiro, conforme divulgado no site do ONS.

Visão do SIN em 2017

As concessões que compõem o mercado de transmissão no Brasil podem ser divididas em 3 categorias principais.

  1. Concessões anteriores à 1998
  2. Concessões leiloadas entre 1999 e Novembro de 2006
  3. Concessões leiloadas após Novembro de 2006

A primeira categoria engloba os ativos já existentes antes de 1998. Essas concessões têm a sua RAP ajustada anualmente pelo IGP-M, seus contratos venceram em 2015 e algumas dessas concessões estavam sujeitas a uma revisão tarifária ampla.

Já as concessões da segunda categoria são Projetos Greenfield, leiloados entre 1999 e novembro de 2006, que têm sua RAP ajustada anualmente pelo IGP-M ou pelo IPCA e que sofrerão redução da RAP de 50% no 16º ano de operação. Conforme previsto nos contratos de concessão, essas concessões não estão sujeitas a revisão tarifária e expiram 30 anos após a assinatura do contrato.

Finalmente, as concessões da terceira categoria são Projetos Greenfield leiloados a partir de novembro de 2006, que têm sua RAP ajustada anualmente pelo IPCA e que estão sujeitas a revisão tarifária restrita. Assim como as concessões da segunda categoria, esses contratos de concessão vão expirar 30 anos após a assinatura.

As concessões da TAESA estão concentradas principalmente na segunda categoria e, por este motivo, entendemos que essas concessões apresentam uma boa relação risco x retorno.

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